Criei esse espaço a fim de divulgar o trabalho que realizo no Ministério Infantil, a minha grande paixão.
Espero que possa ser um canal de comunicação entre diversos educadores cristãos, onde poderemos compartilhar Idéias e sugestões para a realização de um trabalho de qualidade com nossas crianças.

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Faço minhas as palavras de Charles Spurgeon: "Que nenhum homem despreze as crianças ou pense que são insignificantes. Eu reivindico o lugar da frente para elas. Elas são o futuro do mundo. O passado já se foi e não podemos alterá-lo. Até mesmo o presente já se foi à medida que o vivemos. Nossa esperança está no futuro; portanto abra espaço para as crianças, abra caminho para os meninos e meninas"

sábado, 21 de março de 2009

DRAMATIZAÇÃO: O Cristo Que Amamos Está Vivo!

Ornamentação

Colocar no palco ou na parede de frente um painel com três cruzes grandes presas no lençol. A cruz de Cristo (a do meio) deve estar mais alta. Fazer o contorno do monte com giz de cor, ou lã escura. Se possível, colocar um foco de luz por trás do lençol, embaixo da cruz de Cristo (pode-se usar um abajur sem a cúpula). Prender na parte de cima do lençol o tema da peça.
o narrador deve ficar escondido e falar bem alto. As testemunhas devem se vestir de roupas da época. Aproveitar lençóis, panos listrados, cetins, lenços, alfinetes, sandálias de couro, etc. Usar a criatividade...
Durante a peça toda, pode haver um fundo musical. Alguns passos importantes para o sucesso da dramatização:
1) Escolher o responsável pela dramatização, o narrador, as testemunhas, o responsável pela música, ornamentação e solista.
2) Marcar uma reunião com todos da equipe, para delegar tarefas, marcar os ensaios e conhecer a peça, através da sua leitura e de textos bíblicos sobre a morte e a ressurreição de Cristo.
3) A peça deverá ter no mínimo cinco ensaios; deverão ocorrer fora do horário de qualquer trabalho da igreja. Nos dois últimos ensaios, marcar quanto tempo a peça durou e ensaiar com a ornamentação, vestes, músicas, etc.
4) Tanto o narrador quanto as testemunhas devem ser pessoas desinibidas e desembaraçadas no falar.
5) As testemunhas devem ler os textos bíblicos relacionados com o personagem que fará o monólogo; procurar vivê-lo e fazer gestos para que haja uma melhor transmissão de mensagem.

Narrador - Em dia triste e sombrio para a humanidade, três cruzes se ergueram no monte Calvário. O suplício da cruz era reservado para os criminosos judeus. Os romanos não o usavam para seus compatriotas. Era grande desonra ser condenado a morrer na cruz. Era, pois, a mais infamante e terrível forma de castigar o mais vil criminoso. Porém, naquele dia de terror e trevas, preso a uma cruz, ladeado por dois criminosos, por crime que não cometera, pendia aquele que se apresentava como Filho de Deus, e espalhara, na sua passagem por este mundo, a grande mensagem do amor.

Várias Vozes - Curando enfermos, ressuscitando mortos, perdoando pecados enfrentando os maus, fortalecendo a fé, animando os fracos.

Narrador - Apesar de ser ele o amor, não o amaram. Apesar de viver o amor tiraram-lhe a própria vida.

Narrador - Não creram que ele fosse o Messias; mesmo os seus mais íntimos amigos ficaram desapontados e fugiram. (Ler o texto de Isaías 53.4-7, com bastante expressão.)

Várias vozes - (com entusiasmo e crescendo.) Crucifica-o! Crucifica-o! Crucifica-o! (1 voz) (3 vozes) (5 vozes).

Narrador - Como aceitar um rei derrotado? Um rei morto numa terrível cruz? O dia foi triste e frio, porque a chama não ardia mais em seus corações.
Mas ao raiar do terceiro dia a chama se acendia novamente. O túmulo estava vazio e o singelo lençol que cobria o corpo do Mestre estava no chão...
Pois o Cristo que amamos, está vivo!!!
Solo - "Porque Ele Vive", hino 70 - Hinário Adventista.

Narrador - Voltemos nossas mentes para muitos séculos atrás e ouçamos testemunhas que viram o nosso Cristo ressuscitado.

OBS - As testemunhas entrarão uma a uma e ficarão no palco, numa posição que não seja incômoda, mas que também não se torne semelhante a uma estátua.

1 - Eu sou Maria, mãe de Tiago. Fui com Maria Madalena e outras amigas ver o sepulcro onde tinham colocado o corpo de Jesus, o nosso Mestre. Os dias estavam muito tristes para nós, porque queríamos lembrar tudo que tinha acontecido com Jesus na terra, e enquanto falávamos, sempre nos deparáva¬mos com a lembrança desoladora de que Jesus tinha sido crucificado!
Quando cheguei ao jardim naquela madrugada, a pedra se encontrava afastada da porta e lá estava um anjo, sentado sobre a pedra. Ele nos convidou a entrar e ver onde Jesus tinha estado. Anunciou-nos que o Mestre havia ressuscitado, e mandou-nos avisar os discípulos. Que alegria! Este dia foi o melhor de todos! Ele está vivo! Saímos logo para dar a notícia.

2 - Eu sou Pedro. Neguei o Mestre durante o seu julgamento. Como me arrependi. E depois Jesus apareceu em nosso meio, e eu já sabia, já acreditava que ele estava vivo, pois eu tinha visto a sepultura vazia. Mas eu me sentia desanimado e aflito, porque negara a Jesus. Foi à beira-mar que ele veio, quando falou comigo e perguntou se eu o amava. Sim. Eu o amo! Eu lhe disse isto. Jesus me perdoou. E eu agora não me envergonho do nome de Cristo. Quero anunciar a todos que o Cristo que amamos está vivo.

3 - Eu sou Cléofas. Estava andando a caminho de Emaús com um companheiro, quando um homem entrou para a nossa companhia e começou a conversar conosco. Que diferentes as suas palavras! Os nossos corações ardiam quando ele explicava as Escrituras. Já era tarde e pedi que ele ficasse conosco... Só quando paramos para tomar uma refeição juntos é que percebemos que era Jesus mesmo. E voltamos alegres para contar isto aos irmãos de Jerusalém.

4 - Eu sou Maria Madalena. Naquela madrugada, deixei que as outras voltassem, e fiquei ali chorando junto ao túmulo, pois faltava eu ver o meu Senhor. Foi quando enxerguei dois anjos que falaram comigo. Mas quando ouvi alguém atrás de mim, voltei-me e ele me perguntou também por que eu chorava, e a quem eu procurava. Naturalmente, pensei que era o jardineiro, e lhe disse que estava procurando meu Mestre, mas, oh! então ele disse meu nome, e eu o reconheci! Era ele! Meu Mestre! Vivo! Poderoso! Quero contar a todos que Cristo vive! Que conhecê-lo vale a pena, pois Cristo Jesus ensinou-me que o passado pode ser perdoado, e que a vida pode ser nova, agradecida, vivida com a presença de Deus.

5 - Eu sou João, o discípulo amado de Jesus, reconhecido pelo privilégio de ter vivido no mundo quando ele pôde me chamar. As mulheres nos disseram que Jesus estava vivo. Foi uma manhã feliz! Pedro e eu corremos até o túmulo. Cheguei, mas esperei que Pedro entrasse primeiro, e nós vimos os panos dobrados. Não havia pessoa alguma ali. Não! Meu Mestre tinha ressuscitado! Isto fez toda a diferença para mim. Naquela mesma noite ele veio estar conosco à mesa. A porta estava trancada, mas não o impediu de entrar. Depois o vimos outras vezes. Não há dúvida. Era ele mesmo. E quando subiu ao céu, diante de nossos olhos, depois de dar ordens de contarmos as boas novas, ele nos mandou o Consolador, sua presença conosco.

Narrador - A Deus toda honra e toda glória, pois o Cristo que amamos está VIVO! Cantemos todos juntos, com bastante entusiasmo, o hino 16 do Hinário Adventista – “A Deus demos Glória”.

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